A Panini na Web e o sucesso do álbum da Copa do Mundo 2010

26/05/10 1 COMENTÁRIOS

A Copa ainda nem começou e já tem muita gente com o álbum completo. Mesmo levando em conta que algumas escalações, como a do Brasil, por exemplo, não estão lá muito corretas o sucesso do álbum da Copa 2010 já é incontestável. Quem não tem um amigo, irmão ou colega de trabalho que anda por aí com o bolso cheio de figurinhas pra trocar? Ou não tem mais? Porque a mania pegou tanto que superou todas as expectativas e fez a Panini pedir desculpas pela ausência de pacotes das preciosas figurinhas nas bancas de jornal.

Nesse panorama, o papel da Internet e, especialmente, das redes sociais foi fundamental para tamanha repercussão e movimentação. Na rede podemos conhecer alguém com interesse comum, ficar sabendo de um ponto de encontro de troca e até interagir diretamente com a Editora Panini. Atenta ao que estava acontecendo no mercado, a editora responsável pela publicação respondeu rapidamente, criando soluções para os problemas apresentados pelos consumidores e inovando com produtos como MyPANINI. No novo site, a Panini disponibiliza uma ferramenta para que você possa criar sua própria figurinha, para colar no álbum ou usar no perfil de alguma rede social.

Afinal, a vida dos colecionadores de figurinhas nunca mais será a mesma depois das redes sociais. Twitter, Orkut e Facebook viraram um grande ponto de troca de informações sobre o álbum, figurinhas e dicas para completar a coleção o mais rápido possível. Tem até usuários aproveitando para completar antigos álbuns.

Aproveito a deixa para dar um roteiro com links interessantes para os colecionadores que ainda estão com o álbum incompleto ou com vontade de quero mais. Boa sorte! ;)

Participe do Álbum da Copa do Mundo FIFA 2010, com quase 200 membros, o maior grupo do Facebook.

Entre na maior comunidade do Orkut voltada ao Álbum da Copa 2010, você pode trocar informações e figurinhas com alguns dos pouco mais de 4 mil membros.

No Twitter, siga @TorcidaPanini, participe dos quiz relâmpago a qualquer momento e ganhe 20 figurinhas escolhidas por você.

Se não conseguir na base da troca, encomende as figurinhas que faltaram para completar o seu álbum no site da Editora Panini.

Se já completou seu álbum, personalize sua coleção. Monte sua própria figurinha no site MyPANINI e receba no seu endereço.

Mas se ainda assim quiser mais, acesse o hotsite da promoção Torcida Panini e concorra a TVs de LCD e iPods.

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A Web pode decidir as eleições no Brasil?

17/05/10 0 COMENTÁRIOS

Na última eleição presidencial dos Estados Unidos a Internet certamente teve um papel fundamental. De acordo com o estudo realizado pelo Projeto Vida Americana e Internet, do Instituto Pew, cerca de 55% da população adulta procurou notícias políticas, pesquisou as posições de candidatos, debateu questões ou de alguma forma participou da eleição através da Internet.

É importante observar que esse aumento na participação da Web foi, em grande parte, influenciado pela brilhante campanha do atual Presidente Barack Obama. O então candidato investiu pesado em uma equipe de estrategistas digitais e alinhou seu próprio discurso político com algumas das características mais fortes da rede, a interatividade e a transparência. O resultado, além da eleição, claro, dois dos mais cobiçados prêmios do Festival de Publicidade de Cannes.

Tanto sucesso na campanha de Obama tem incentivado cada vez mais partidos e agências de marketing político a se aventurar na Web. Mas, como no Brasil o debate ainda está mais atrasado, cresce cada vez mais a procura por escritórios de advocacia especializados em direito digital. Por conta disso, após muita polêmica e o adiamento das mudanças das regras eleitorais para cobertura jornalística pela internet, ficaram estabelecidas algumas regras para ações digitais nas próximas eleições.

- A propaganda eleitoral na web será liberada dia 6 de julho. O que for “ato de vontade” não tem prazo de início – por exemplo, simpatizantes podem abrir espaço nas redes sociais para se manifestarem.

- Estão vetados anúncios pagos na internet. Sites de órgãos do governo ou entidades da administração pública não podem exibir propaganda.

- Debates estão permitidos. A participação de candidatos nesses encontros não é considerada propaganda antecipada.

- Existe direito de resposta na web. A solicitação tramitará com prioridade na Justiça Eleitoral.

- E-mail marketing e SMS visando campanha eleitoral também estão autorizados. O receptor das mensagens poderá solicitar o fim do envio desse material. O prazo para isso é de 48h, sob pena de multa de R$ 100 por mensagem.

- A boca de urna digital pode ficar no ar mesmo no dia da votação. Não há limite temporal para a veiculação de propaganda eleitoral gratuita na web.

No Brasil, longe de buscar prêmios de publicidade, a propaganda eleitoral na Web contará ainda com a forte participação das redes sociais. Muito difundidas, terão cada vez mais espaço em um país com tradição em debates políticos. O que se espera é que a Internet permita que mais formadores de opinião (blogueiros) participem e ampliem as discussões, influenciando principalmente jovens e indecisos. Debates na TV sempre foram pontuais, enquanto na rede podem ocorrer em tempo integral. Ao contrário das mídias de massa, a Internet permite feedbacks instantâneos e sem moderação. O que, em breve, pode fazer com que vire justamente a principal referência de desempenho dos candidatos nas mídias tradicionais.

Confira abaixo um vídeo sobre a vitoriosa campanha de Barack Obama nas eleições e no Festival de Cannes do ano passado. E, em seguida, uma apresentação interessante com alguns dados sobre como as redes sociais aumentaram drasticamente o poder de alcance da informação.

(Não encontrei a fonte da apresentação. Se alguém souber o autor, por favor, mande um email ou deixe um comentário para que sejam dados os devidos créditos.)

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Publicidade Online e Comércio Eletrônico Crescem nas Pequenas e Médias Empresas

10/05/10 1 COMENTÁRIOS

Um recente estudo realizado em mais de 3.600 Pequenas e Médias Empresas da América Latina, foi apresentado no último Google Press Sumit, em Buenos Aires. Segundo a Pyramid Research, empresa responsável pelo levantamento, o crescente aumento da publicidade on-line e do comércio eletrônico na América Latina oferece importantes oportunidades ao setor de Pequenas e Médias Empresas.

A tendência é otimista, mas é preciso interpretar corretamente os dados da pesquisa e entender que estamos falando de um mercado vasto e diversificado.

Empresas Pesquisadas:

20% possuem comércio eletrônico

24% planejam adotar o comércio eletrônico nos próximos 6 a 18 meses

30% pretende veicular publicidade online em breve

Empresas que tem site:

60% veiculam algum tipo de publicidade online, principalmente em mecanismos de pesquisa

Empresas que não tem site:

14% veiculam publicidade online para promover seus produtos

25% pretende veicular publicidade online nos próximos 6 meses

Na pesquisa, o Brasil aparece como um dos países com mais empresas que permitem comércio eletrônico em seu site, quase 25%. Dado que indica que o uso de ferramentas online para vendas e marketing ainda é pouco desenvolvido na região, mas que o potencial de crescimento é acelerado, especialmente para o mercado nacional.

Alexandre Hohagen, diretor geral do Google América Latina, em um comunicado durante o evento, apontou mais motivos para acreditar que o mercado das Pequenas e Médias Empresas da América Latina na Internet continuará se desenvolvendo progressivamente nos próximos 18 meses.

“Cerca de 31% da população da América Latina e Caribe usa a internet. Isso significa que o consumidor quer novas funcionalidades e maiores opções para comércio eletrônico e, por isso, os vendedores tradicionais devem seguir os internautas para não ficar fora do jogo”, afirmou.

Além disso, outra área com grande potencial, são os recursos da Web 2.0: “Blogs e Wikis são pouco utilizados pelas empresas latinas”, disse Hohagen. “Entretanto, somos muito otimistas em relação ao futuro do comércio eletrônico e da publicidade online na América Latina”, concluiu.

Dessa maneira, o Google segue como grande referencial e colaborador dos pequenos empresário latino americanos. Com uma série de ferramentas gratuitas como o Google Analytics, soluções de publicidade on-line acessíveis e a capacitação de parceiros, o continua apoiando o desenvolvimento da Internet e do comércio eletrônico em toda a região. Para que cada vez mais empresas possam realizar seu primeiro investimento publicitário online ou ainda melhorem a funcionalidade do seu site.

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Como as marcas chegam às Redes Sociais

03/05/10 0 COMENTÁRIOS

Do ponto de vista do consumidor, um dos maiores benefícios das redes sociais é a capacidade de compartilhar opiniões sobre marcas e serviços. Ao mesmo tempo, isso pode não ser tão bom assim para as empresas. Em uma pesquisa de opinião feita pela Opinion Research para o Chubb Group Of Insurance Companies, 20% dos 1.040 americanos entrevistados afirmaram que utilizaram as chamadas mídias sociais para compartilhar experiências ruins com marcas e serviços.

Segundo a mesma pesquisa, 64% disseram que seus empregadores não possuem políticas ou estratégias para orientar os funcionários sobre como falar da empresa no universo online. Outros 50% ainda afirmaram ser proibidos de emitir qualquer opinião sobre a empresa coletivamente. Reflexo da postura corporativa ou não, a privacidade também é um fator de peso nessas relações. A pesquisa constatou que quase metade dos usuários de redes sociais não usam seu nome verdadeiro e 18% usam somente apelidos. Motivo de sobra para muitos executivos de marketing questionarem as opiniões coletadas nas mídias sociais.

Já outro recente estudo realizado pela empresa iModerate Research Technologies, mostrou que fãs e seguidores de uma marca nas redes sociais estão mais propensos a comprar seus produtos e serviços, bem como recomendá-los a seus amigos. 67% dos entrevistados afirmaram que preferem as marcas que seguem no Twitter e 51% as marcas das quais são fã no Facebook. Enquanto, 79% disse que recomendaria o fabricante pelo Twitter e 60% pelo Facebook.

O estudo também apontou que grande parte dos consumidores tem uma imagem negativa das empresas que não estão voluntariamente nas redes sociais e, quem sabe, seja essa a questão mais importante. A troca de experiências pelos usuários é um canal de comunicação com a marca por si só e não mais permite que grandes empresas ignorem determinados problemas como antigamente. O importante agora é entender que, para quem está atento, as mídias sociais podem ser uma grande vantagem competitiva, mas para quem não está, podem ser um grande problema.

Dentro desse panorama, restam apenas duas alternativas para as marcas perante as mídias sociais: ou vão por conta própria, ou são levadas pelo consumidor.

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Como criar um anúncio online de sucesso

26/04/10 0 COMENTÁRIOS

Há duas semanas, na última conferência digital do Ad Age, Ashley Ringrose, co-fundador da Soap Creative e curador do Bannerblog, fez uma rápida apresentação sobre suas regras de ouro para a criação de publicidade online. Em tempo, para quem nunca ouviu falar desses nomes. Ad Age é um dos maiores sites sobre mídia online do mundo, Soap é uma agência digital australiana premiadíssima e Bannerblog é um famoso blog de publicidade online.

Apesar de algumas pessoas ainda acharem desperdício investir em mídia online, na dinâmica e bem-humorada apresentação, Ringrose conta suas regras e explica porque funcionam. Além disso, mostra cases de sucesso de grandes agências e marcas internacionais, como Crispin Porter & Bogusky, DM9 DDB, Volkswagen e Tok&Stok.

As regras de Ringrose são bem simples e se aplicam a qualquer tipo de mídia online. Por isso, são valiosas tanto para quem já entende do assunto quanto para iniciantes. Confira abaixo um breve resumo da regras e alguns dos cases utilizados como exemplo na apresentação.

Como deve ser um anúncio online para ter sucesso?

1) Interative/Interativo. Deve recompensar o consumidor pelo clique. A interatividade aumenta o recall da marca em 63%, se comparado a anúncios não interativos. Volkswagem

2) Customizable/Customizável. Deve permitir que o usuário personalize o aúncio. Tok&Stok

3) Contextual/Contextual. Deve ter coerência com o a mídia empregada. Sol

4) Entertaining/Entreter. Deve gerar interesse. Lipton

5) Playable/Ser Jogável. Deve ter continuidade. Não dá pra brincar com um comercial de TV por 5 minutos. Cia Athlética

6) Useful/Ter Utilidade. Deve ter propósito útil ao consumidor, caso contrário não deve irritá-lo. Nike

Em outras palavras, o que Ringrose quer mostrar é que na mídia digital, ao contrario da propaganda tradicional, é possível entregar mais do que simples anúncios, mas soluções especialmente pensadas para determinado problema de marketing. E, lembrando Steve Jobs, fundador da Apple, finalizou. Pense nas mídias digitais de maneira diferente, entenda as pessoas e, só então, a tecnologia.

Na íntegra em inglês, a apresentação AdAge 2010: The 6 Foundations Of Great Digital Creative ou As 6 Regras Básicas da Criação Digital de Sucesso.

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Promoted Tweets (ou como transformar US$ 1 bilhão em dinheiro?)

19/04/10 0 COMENTÁRIOS

Sucesso desde seu lançamento há 4 anos, o Twitter passa agora por um momento delicado no seu negócio: tenta transformar 106 milhões de usuários (ou 300 mil usuários/dia) em receita. Há pouco tempo, o Facebook e, há muitos anos, a Microsoft também passaram por problemas semelhantes, mas nesse caso, talvez nenhuma experiência tenha mais valor do que a própria experiência.

Terça-feira passada, o Twitter lançou sua nova plataforma de publicidade, os Promoted Tweets (ou Tweets Patrocinados), nada mais que anúncios pagos semelhantes aos tweets (mensagens publicadas no Twitter). A idéia então é gerar receita da venda de palavras-chave no sistema de busca do Twitter e exibir apenas um Promoted Tweet a cada pesquisa, de maneira a preservar as características principais do serviço e do próprio site.

Starbucks, Best Buy, Sony Pictures, Red Bull, Virgin America e Bravo já fecharam contrato com o Twitter. Funciona assim, por exemplo, um anunciante como a Webop compra a palavra inovação e sempre que alguém pesquisar essa palavra no Twitter um Tweet da Webop em destaque aparecerá no topo da lista.

Muitos vão dizer que isso ainda é pouco para uma empresa avaliada em US$ 1 bilhão, mas o Twitter é uma rede social que respira através da troca de conteúdo, por isso o cuidado para inserir publicidade sem prejudicar a experiência dos usuários. A verdade de fato, é que ninguém sabe se os Promoted Tweets vão ser lucrativos ou diminuir a popularidade do Twitter. Pesquisei outros sites e nem mesmo a mídia ousou especular ainda.

Prova dessas incertezas, é que os anunciantes só irão pagar e os usuários só irão ver os Promoted Tweets que repercutirem. Ou seja, os princípios do site foram mantidos, somente o conteúdo que for considerado relevante dentro da rede social vai ter vida e gerar repercussão. Mas não adianta correr para o Twitter porque o sistema de publicidade vai entrar no ar gradativamente e eu, pelo menos, ainda não vi nada de novo.

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