Tablets: A nova mania digital!

29/08/11 | POSTADO POR: RICARDO CARNEIRO 0 COMENTÁRIOS

Ano passado, 2010, foram cerca de 100 mil tablets vendidos só aqui no Brasil! E, segundo estudos divulgados pelo IDC, as estimativas apontam que em 2011 esse número de vendas ficará entre 350 e 400 mil.

Além da grande variedade de modelos que já encontramos no mercado brasileiro, um dos fatores que provavelmente também estimulará as vendas é o preço dos aparelhos! Com os tablets sendo produzidos aqui no Brasil, os preços cairão em até 40%, segundo o próprio governo. As empresas que produzirão os aparelhos no país se comprometeram em utilizar 20% de componentes nacionais (percentual que obrigatoriamente subirá para 80% em três anos) e algumas já disponibilizarão a venda em setembro.

Com o aumento frenético no uso de tablets, as inovações e adaptações da tecnologia ao “novo formato” também vão surgindo! O Google, por exemplo, anunciou na segunda-feira passada, em seu blog oficial do Adwords, o lançamento de uma Pesquisa do Google personalizada para usuários de tablets.

A nova versão da Pesquisa do Google foi criada com o objetivo de maximizar o espaço na tela do tablet e facilitar a navegação por toque. Além do visual diferente, o número de anúncios exibidos dependerá da orientação do aparelho: Caso ele esteja no modo paisagem, no máximo dois anúncios serão exibidos acima dos resultados da busca; caso a pesquisa seja feita com o tablet no modo retrato, no máximo três anúncios! Os anúncios que aparecem na parte inferior aos resultados da sua busca continuarão como nos dispositivos móveis, que exibem no máximo três.

Outra novidade que surgiu, com a preocupação das mídias impressas em acompanhar essa nova tecnologia, foi o MagAppZine. O MagAppZine é uma ferramenta para revistas ou jornais criarem seus próprios aplicativos de maneira simples e disponibilizarem isso na Apple Store. Como mostra no vídeo abaixo:

http://www.youtube.com/watch?v=DBGMfruJP1M&feature=player_embedded

Fontes: MobilePedia, O’Reilly Radar, Blog Google Adwords, Globo G1, site da revista Exame.

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Publicidade Online e Comércio Eletrônico Crescem nas Pequenas e Médias Empresas

10/05/10 | POSTADO POR: RENATO MARONI 1 COMENTÁRIOS

Um recente estudo realizado em mais de 3.600 Pequenas e Médias Empresas da América Latina, foi apresentado no último Google Press Sumit, em Buenos Aires. Segundo a Pyramid Research, empresa responsável pelo levantamento, o crescente aumento da publicidade on-line e do comércio eletrônico na América Latina oferece importantes oportunidades ao setor de Pequenas e Médias Empresas.

A tendência é otimista, mas é preciso interpretar corretamente os dados da pesquisa e entender que estamos falando de um mercado vasto e diversificado.

Empresas Pesquisadas:

20% possuem comércio eletrônico

24% planejam adotar o comércio eletrônico nos próximos 6 a 18 meses

30% pretende veicular publicidade online em breve

Empresas que tem site:

60% veiculam algum tipo de publicidade online, principalmente em mecanismos de pesquisa

Empresas que não tem site:

14% veiculam publicidade online para promover seus produtos

25% pretende veicular publicidade online nos próximos 6 meses

Na pesquisa, o Brasil aparece como um dos países com mais empresas que permitem comércio eletrônico em seu site, quase 25%. Dado que indica que o uso de ferramentas online para vendas e marketing ainda é pouco desenvolvido na região, mas que o potencial de crescimento é acelerado, especialmente para o mercado nacional.

Alexandre Hohagen, diretor geral do Google América Latina, em um comunicado durante o evento, apontou mais motivos para acreditar que o mercado das Pequenas e Médias Empresas da América Latina na Internet continuará se desenvolvendo progressivamente nos próximos 18 meses.

“Cerca de 31% da população da América Latina e Caribe usa a internet. Isso significa que o consumidor quer novas funcionalidades e maiores opções para comércio eletrônico e, por isso, os vendedores tradicionais devem seguir os internautas para não ficar fora do jogo”, afirmou.

Além disso, outra área com grande potencial, são os recursos da Web 2.0: “Blogs e Wikis são pouco utilizados pelas empresas latinas”, disse Hohagen. “Entretanto, somos muito otimistas em relação ao futuro do comércio eletrônico e da publicidade online na América Latina”, concluiu.

Dessa maneira, o Google segue como grande referencial e colaborador dos pequenos empresário latino americanos. Com uma série de ferramentas gratuitas como o Google Analytics, soluções de publicidade on-line acessíveis e a capacitação de parceiros, o continua apoiando o desenvolvimento da Internet e do comércio eletrônico em toda a região. Para que cada vez mais empresas possam realizar seu primeiro investimento publicitário online ou ainda melhorem a funcionalidade do seu site.

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Como as marcas chegam às Redes Sociais

03/05/10 | POSTADO POR: RENATO MARONI 0 COMENTÁRIOS

Do ponto de vista do consumidor, um dos maiores benefícios das redes sociais é a capacidade de compartilhar opiniões sobre marcas e serviços. Ao mesmo tempo, isso pode não ser tão bom assim para as empresas. Em uma pesquisa de opinião feita pela Opinion Research para o Chubb Group Of Insurance Companies, 20% dos 1.040 americanos entrevistados afirmaram que utilizaram as chamadas mídias sociais para compartilhar experiências ruins com marcas e serviços.

Segundo a mesma pesquisa, 64% disseram que seus empregadores não possuem políticas ou estratégias para orientar os funcionários sobre como falar da empresa no universo online. Outros 50% ainda afirmaram ser proibidos de emitir qualquer opinião sobre a empresa coletivamente. Reflexo da postura corporativa ou não, a privacidade também é um fator de peso nessas relações. A pesquisa constatou que quase metade dos usuários de redes sociais não usam seu nome verdadeiro e 18% usam somente apelidos. Motivo de sobra para muitos executivos de marketing questionarem as opiniões coletadas nas mídias sociais.

Já outro recente estudo realizado pela empresa iModerate Research Technologies, mostrou que fãs e seguidores de uma marca nas redes sociais estão mais propensos a comprar seus produtos e serviços, bem como recomendá-los a seus amigos. 67% dos entrevistados afirmaram que preferem as marcas que seguem no Twitter e 51% as marcas das quais são fã no Facebook. Enquanto, 79% disse que recomendaria o fabricante pelo Twitter e 60% pelo Facebook.

O estudo também apontou que grande parte dos consumidores tem uma imagem negativa das empresas que não estão voluntariamente nas redes sociais e, quem sabe, seja essa a questão mais importante. A troca de experiências pelos usuários é um canal de comunicação com a marca por si só e não mais permite que grandes empresas ignorem determinados problemas como antigamente. O importante agora é entender que, para quem está atento, as mídias sociais podem ser uma grande vantagem competitiva, mas para quem não está, podem ser um grande problema.

Dentro desse panorama, restam apenas duas alternativas para as marcas perante as mídias sociais: ou vão por conta própria, ou são levadas pelo consumidor.

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