Qual o melhor horário para gerar conteúdo nas redes sociais?

14/05/12 | POSTADO POR: DANIELA BUENO 0 COMENTÁRIOS

Que as redes sociais hoje em dia são uma das principais fontes geradoras de receita em um e-commerce, não é mais nenhuma novidade. Mas você já parou para pensar em qual seria o “horário nobre” parar gerar conteúdo nessas ferramentas?

 

Para responder a essa dúvida, nós reunimos algumas preciosas informações de duas pesquisas que foram feitas recentemente. A primeira, que foi divulgada pela revista Proxxima, é baseada nos clientes da Aunica e aponta dois momentos em que se concentram uma grande parte da receita gerada pela divulgação nas redes sociais: das 10h às 12h, com uma concentração de 21,9% dessa receita, e das 15h às 19h, com 36,6%.

 

O estudo também revelou um outro dado muito interessante: Apesar de 60% das vendas oriundas das mídias sociais acontecerem nesses períodos informados, eles não são os mesmos em que as ferramentas concentram o maior número de usuários online. Na verdade, os horários em que elas recebem mais visitas ao dia (47% de seus usuários) seria das 14h às 17h e das  20h às 23h.

 

Essas informações são, inclusive, bem parecidas com o que mostrou o infográfico publicado pelo Scup, em fevereiro desse ano. Para chegar aos dados divulgados, foram monitorados mais de 36 milhões de tweets no Brasil, durante todo o ano passado. O infográfico mostra que os períodos em que o Twitter recebe mais postagens, são entre as 14h e 17h e entre as 20h e 22h.

 

Para finalizar o post, gostaríamos de lembrar que nem sempre apenas gerar conteúdo entre os horários apontados, será o suficiente para que a sua publicação seja visualizada pelo maior número possível de usuários. Para que o seeding nas redes sociais traga bons resultados e uma positiva presença de sua empresa ou produto na internet, é preciso que esse conteúdo seja sempre muito relevante para seus clientes.

 

Fontes: Revista Proxxima (edição Abril de 2012) e Blog Scup.

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Publicidade para todos no YouTube

07/05/12 | POSTADO POR: DANIELA BUENO 0 COMENTÁRIOS

No dia 23 do mês passado (abril), o Google anunciou finalmente a abertura do Google AdWords para vídeos, para todos! A plataforma já existia desde setembro do ano passado, quando foi lançada em versão beta e ficou disponível apenas para alguns usuários.

 

O YouTube está entre um dos sites mais acessados do mundo, recebendo aproximadamente 800 milhões de visitantes todos os meses. Esse é um dos principais motivos para que a nova possibilidade de anunciar no site, seja uma grande oportunidade para algumas empresas. “Nos últimos 40 anos, se uma empresa quisesse anunciar com vídeo, tinha que recorrer à televisão. Agora, os vídeos online tornaram esta realidade possível a negócios de todos os tamanhos”, contou a especialista de vídeo para a América Latina do Google, Vivian Bravo, à revista Proxxima.

 

 

Os anúncios poderão ser exibidos de várias formas, como explica o vídeo acima, e o pagamento, ocorrerá de maneira bem parecida com o Google AdWords para a rede de pesquisa ou de display: Somente será lhe cobrado quando o usuário assistir ao seu vídeo inteiro. Quando exibido no modo TrueView, por exemplo, caso o usuário escolha a opção de pular o anúncio, nada será cobrado. Essa foi uma das maneiras que o Google encontrou, para que os anúncios em vídeos ficassem acessíveis não somente para as grandes empresas, mas também para as pequenas.

 

Além disso, o Google AdWords para vídeos funciona diretamente ligado à sua conta no YouTube, sendo possível, inclusive, transformar um vídeo já existente, em um anúncio. Outra vantagem da integração, é que os usuários poderão encontrar facilmente o seu canal e assistir a outros vídeos disponíveis.

 

Assim como ocorre na plataforma de anúncios para a rede de pesquisa ou display, você pode acompanhar todos os resultados de perto! O programa mensura todas as mesmas informações importantes, como quantos usuários assistiram ao seu anúncio completo, quantos pularam, quantos visitaram o seu site, o seu canal ou assistiram à algum outro vídeo. Tudo isso para que você consiga avaliar a eficácia do investimento!

 

O YouTube representa uma grande parte dos vídeos que estão disponíveis na internet, atraindo sempre muitos internautas de diferentes interesses e idades e aumentando cada vez mais o seu alcance. No ano passado o Mashable publicou um infográfico em inglês, contando toda a história da publicidade dentro do YouTube. Os dados apresentados mostram o constante crescimento do YouTube em relação aos números de vídeos e usuários, desde o seu lançamento, em 2005. Traduzindo algumas das informações mais importantes e impressionantes: 35 horas de vídeo são enviadas a cada 60 segundos; 70% do tráfico do YouTube vêm de fora dos Estados Unidos, o site existe em mais de 43 línguas; entre seus usuários, existem pessoas de 18 à 54 anos.

 

 

Fontes: Proxxima, Midiatismo, Blog Oficial do AdWords, IDGNow, iMasters.

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Os Ebooks vieram mesmo para ficar? Entenda o que está acontecendo nesse novo mercado

30/04/12 | POSTADO POR: DANIELA BUENO 0 COMENTÁRIOS

Apesar de ainda não ser muito popular aqui no Brasil, o mercado de Ebooks é algo que tem conquistado cada vez mais interessados e crescido muito nos últimos meses. Segundo uma pesquisa da Pew Research, divulgada no começo de abril, de cada cinco americanos, um lê livros digitais. Aqui no país, apenas 30% já ouviram falar sobre eles e, desses, 82% nunca leram nenhum (dados revelados pelo Instituto Pró-Livro, que realizou uma pesquisa recentemente sobre o assunto), mas isso parece estar mudando, principalmente com as várias lojas que estão passando a disponibilizar o produto.

 

Um dos principais fatores indicados como responsáveis pelo rápido crescimento no número dos leitores de ebooks, é o preço, que acaba sendo bem inferior ao dos impressos. Além dele, a facilidade de adquirir um exemplar ou de transportá-lo (você pode ter vários livros em apenas um dispositivo), também são outras das vantagens.

 

Embora muitas pessoas continuem afirmando que não pretendem largar ou deixarem de comprar os exemplares impressos, o sucesso da Amazon na venda dos ebooks e também da iBookstore, anda preocupando bastante as editoras. O caso que aconteceu recentemente entre a Apple e algumas das editoras, que foram acusadas de tentar fazer um acordo não permitido pelo governo dos Estados Unidos, foi uma prova disso.

 

De acordo com a acusação, a Apple e as editoras envolvidas estavam negociando um trato em relação ao preço dos ebooks e isso obrigaria, inclusive, às outras empresas que vendem o serviço, como a Amazon, subirem o preço deles para US$14,99. O grande interesse das editoras no contrato, seria a porcentagem que elas passariam a receber em cima dessas vendas. Mas para a alegria da Amazon e dos próprios consumidores, o governo dos Estados Unidos resolveu interferir, dizendo que isso não era permitido por lei. Apesar de a Apple continuar afirmando que não estava envolvida, enquanto as editoras já assumiram, o caso será levado em frente, até que o juiz decida o desfecho. Como consequência, o preço dos ebooks da Amazon continuará como US$9,99 por um bom tempo, ou até que o mercado se firme, como dizem algumas opiniões.

 

Essa seria uma das opiniões que estão contra o monopólio já bem evidente da Amazon e da iBookstore, sobre os livros digitais. Porém há também quem diga que isso não acontecerá e, esses, seriam os mesmos que também não acreditam na falência das editoras, livrarias e livros impressos. Enfim, as opiniões são várias, diferentes e, algumas, até bem radicais, mas que esse novo mercado pode mudar muita coisa do que acontece hoje, já é evidente. Para quem ainda tem alguma dúvida disso, não precisa ir muito longe nas pesquisas! É só lembrar do que aconteceu no mundo da música, depois da chegada e popularização do iPod. O próprio Steve Jobs chegou a dizer que, com o iPad, queria fazer com os livros, o que já foi feito com a música nos iPods. E você, o que acha que está vindo por aí nessa história?

 

Finalizando o post de hoje, os Ebooks, aqui no Brasil, podem ser encontrados nas lojas online da Saraiva, da Livraria Cultura e da Gato Sabido, que foi a primeira livraria virtual de livros digitais a surgir no país, além de portais como o Domínio Público, que disponibiliza diversas obras brasileiras.

 

Fontes: Mashable, Exame, TechTudo, Blue Bus, WAtoday.

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Nós somos coworkers!

02/04/12 | POSTADO POR: DANIELA BUENO 0 COMENTÁRIOS

Na semana passada (dia 26 de março) foi ao ar, no Jornal da Globo, a primeira parte da série Trabalho 2.0. Nela, o repórter, Fábio Turci, apresentou algumas das novas formas de trabalho que estão popularizando no Brasil, como o home office ou o coworking. O Pto de Contato, espaço onde fica a Webop, apareceu como um dos ambientes de coworking.

 

Para demonstrar como esses espaços compartilhados facilitam, principalmente, na hora de contratar serviços e gerar novos negócios, a história da Around SP, que contratou a Webop, para realizar o SEO do novo site deles, que contratou a Grato, para criar a apresentação da empresa, serviu como exemplo.

 


Aproveitando o assunto, nós resolvemos contar um pouquinho mais sobre esse ambiente de trabalho diferenciado. Começando por o que é o Coworking! Segundo o Wikipedia, Coworking é a união de um grupo de profissionais independentes, de diversas áreas, completamente diferentes ou interligadas, que “compartilham valores e buscam a sinergia que acontece quando pessoas talentosas dividem o mesmo espaço, gerando um fluxo de troca de ideias e experiências”. Trabalhar em um ambiente com diversas empresas e pessoas diferentes é uma ótima forma de conhecer um pouco mais sobre várias áreas, desde as mais inusitadas, até as mais comuns e que estão próximas do “seu universo”, trocar opiniões, informações e, quem sabe, até gerar novas contratações.

 

O sucesso dessas uniões tem desencadeado o surgimento de espaços criados especialmente para essa “nova maneira” de trabalho. Um deles, aqui em São Paulo, é o Pto de Contato! Nós já desenvolvemos vários projetos que saíram aqui do Pto, além de contratar outros coworkers. Os exemplos que apareceram na reportagem, da Around SP e da Grato, foram alguns deles.

Pto de Contato (Foto: Rubens Vieira)

Demonstrando o crescimento em números, o Brasil apareceu em 7º lugar no ranking mundial de número de espaços para coworking, com um total de 44. Apesar de ainda estarmos bem longe dos Estados Unidos, que apareceram em primeiro, com 545 espaços, o aumento acelerado desse número é evidente! A América do Sul e Central tiveram um crescimento de 167% na quantidade desses escritórios só no último ano, sendo mais da metade, aqui no país.

 

Ficou curioso para ver de perto como isso funciona? Então já fica o convite para uma visita à Webop!

 

Fontes: Jornal da Globo, The State Journal, Wikipedia, blog do Pto de Contato, Deskmag.

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Qual a sua opinião sobre as soluções da Webop?

02/04/12 | POSTADO POR: RICARDO CARNEIRO 0 COMENTÁRIOS

Em busca de ouvir os nossos clientes e melhorar os nossos serviços, nós criamos duas Pesquisas de Satisfação. Elas serão enviadas, via e-mail, a todos os nossos clientes nos próximos dias.

 

As Pesquisas de Satisfação estão divididas em duas categorias: A de clientes de campanhas de links patrocinados e a de clientes de sites. Ambas com perguntas diferentes, relacionadas as suas devidas categorias, e com perguntas gerais. Estas, vão desde as entregas, como os briefings e estruturas de projeto, até a qualidade dos serviços da Webop e nossos preços. Além do espaço reservado para as observações, sugestões ou reclamações.

Para criar as pesquisas, nós utilizamos a plataforma JotForm, que apesar de conhecermos a pouco tempo, achamos muito interessante e prática! Lá, você pode criar qualquer tipo de formulário, desde os para pesquisas, até para contato, cadastro ou envio de arquivos. Tudo isso de forma bem simples e prática! Você pode criar o formulário através de algum dos modelos que já existem, ou pode começar do zero, escolhendo desde cor de fundo, até as ferramentas que vai utilizar.

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Dicas imperdíveis para otimizar as vendas do seu negócio!

27/02/12 | POSTADO POR: RICARDO CARNEIRO 0 COMENTÁRIOS

A revista Proxxima publicou em sua ultima edição, de fevereiro, uma matéria muito legal com ótimas estratégias para vender mais e gastar menos. Elas se baseiam em estudos em e-commerce, realizados pela Aunica, e focam principalmente em vender para quem já é cliente.

 

Segundo esses estudos, é gasto em média 22,3 vezes mais em marketing para conseguir novos clientes, do que para manter os que você já conquistou. A reportagem sugere que os e-commerces mudem essa estratégia e passem a investir mais em quem já é cliente! Os motivos são bem simples: Quem já comprou um produto uma vez, já conhece o seu serviço, a qualidade do seu atendimento e do seu produto, por isso é bem mais fácil que você consiga convence-lo a comprar novamente. Outro ponto é que, por já conhecer e confiar no seu site, geralmente quem já fez uma compra, tem maiores chances de realizar uma nova muito maior do que alguém que ainda não tem essa confiança.

 

Essas seriam as 11 estratégias listadas pela revista:

 

1. A taxa de conversão de compras de clientes de e-commerce que já entram logados (sem a necessidade de digitar o seu login e senha) no site, por cookie, é +37% maior do que os clientes que tiveram de logar novamente para efetuar uma nova compra.

2. Em geral, as campanhas multicanais de varejo online, que usaram segmentação estatística, utilizam 2 x + investimento do que campanhas tradicionais, mas em média trazem +3,5 x mais vendas.

3. Os clientes com ofertas customizadas, em média, têm um valor de ticket +2,5 x do que os clientes que não receberam oferta de acordo com o seu perfil.

 

4. Na introdução do processo de otimização do número de impactos de mídia por consumidor, é possível alcançar em média 95% das conversões com um meio das impressões.

 

5. No mundo digital, existem sites de grande audiência que influenciam mais do que vendem e geralmente o investimento nestes sites é maior que o necessário. Se identificarmos e acharmos o ponto ótimo de investimento nesses sites, é possível economizar em média 50% (metade) do volume investido com os mesmos resultados.

 

6. As campanhas de varejo online, que investiram em links patrocinados, praticamente dobraram o volume de vendas.

 

7. As campanhas de e-commerce que unem mídia display com links patrocinados aumentam em +122% a conversão em vendas.

 

8. A menor taxa de rejeição ao site, em média 34% é de quem busca o site diretamente. A maior em média, ainda é de quem vem de redes sociais, 50%.

 

9. Com até dez impactos qualificados por consumidor, baseado no seu comportamento, é muito provável que já tenham ocorrido 70% das conversões e gasto aproximadamente 34% do investimento.

 

10. No varejo online, aproximadamente 60% das vendas ocorrem em até dez dias do início da campanha.

11. Uma régua de relacionamento em e-commerce com e-mail marketing, respeitando a frequência de acordo com o perfil do cliente, incrementa o ticket em média em +16% ao ano.

O texto ainda cita algumas alternativas modernas e mais baratas que podem ajudar a solucionar o problema de gastos excessivos, como induzir os clientes a utilizarem canais de atendimento mais baratos, como o SAC na internet.

 

Pesquisando um pouco mais sobre o assunto, encontrei também algumas dicas interessantes que Julio Zaguini, diretor de negócios para o Varejo do Google Brasil, deu em uma palestra que ocorreu em Porto Alegre. Julio comentou que “os sites de busca ajudam a encontrar o que queremos, mas só clicamos no que achamos relevante. Compras funcionam igual”. E também disse que o investimento em sites de relacionamentos (como os bastante usados Facebook e o Twitter) são fundamentais para uma boa estratégia de venda na internet.

 

A Webop oferece diversas das soluções citadas acima, como campanha de links patrocinados, seeding em mídias sociais e muitas outras! Para conhecer mais sobre nossos produtos e solicitar uma solução personalizada para o seu negócio, visite o nosso hotsite.

 

Fontes: Proxxima, Publicidade na Web.

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