Os Ebooks vieram mesmo para ficar? Entenda o que está acontecendo nesse novo mercado

30/04/12 | POSTADO POR: DANIELA BUENO 0 COMENTÁRIOS

Apesar de ainda não ser muito popular aqui no Brasil, o mercado de Ebooks é algo que tem conquistado cada vez mais interessados e crescido muito nos últimos meses. Segundo uma pesquisa da Pew Research, divulgada no começo de abril, de cada cinco americanos, um lê livros digitais. Aqui no país, apenas 30% já ouviram falar sobre eles e, desses, 82% nunca leram nenhum (dados revelados pelo Instituto Pró-Livro, que realizou uma pesquisa recentemente sobre o assunto), mas isso parece estar mudando, principalmente com as várias lojas que estão passando a disponibilizar o produto.

 

Um dos principais fatores indicados como responsáveis pelo rápido crescimento no número dos leitores de ebooks, é o preço, que acaba sendo bem inferior ao dos impressos. Além dele, a facilidade de adquirir um exemplar ou de transportá-lo (você pode ter vários livros em apenas um dispositivo), também são outras das vantagens.

 

Embora muitas pessoas continuem afirmando que não pretendem largar ou deixarem de comprar os exemplares impressos, o sucesso da Amazon na venda dos ebooks e também da iBookstore, anda preocupando bastante as editoras. O caso que aconteceu recentemente entre a Apple e algumas das editoras, que foram acusadas de tentar fazer um acordo não permitido pelo governo dos Estados Unidos, foi uma prova disso.

 

De acordo com a acusação, a Apple e as editoras envolvidas estavam negociando um trato em relação ao preço dos ebooks e isso obrigaria, inclusive, às outras empresas que vendem o serviço, como a Amazon, subirem o preço deles para US$14,99. O grande interesse das editoras no contrato, seria a porcentagem que elas passariam a receber em cima dessas vendas. Mas para a alegria da Amazon e dos próprios consumidores, o governo dos Estados Unidos resolveu interferir, dizendo que isso não era permitido por lei. Apesar de a Apple continuar afirmando que não estava envolvida, enquanto as editoras já assumiram, o caso será levado em frente, até que o juiz decida o desfecho. Como consequência, o preço dos ebooks da Amazon continuará como US$9,99 por um bom tempo, ou até que o mercado se firme, como dizem algumas opiniões.

 

Essa seria uma das opiniões que estão contra o monopólio já bem evidente da Amazon e da iBookstore, sobre os livros digitais. Porém há também quem diga que isso não acontecerá e, esses, seriam os mesmos que também não acreditam na falência das editoras, livrarias e livros impressos. Enfim, as opiniões são várias, diferentes e, algumas, até bem radicais, mas que esse novo mercado pode mudar muita coisa do que acontece hoje, já é evidente. Para quem ainda tem alguma dúvida disso, não precisa ir muito longe nas pesquisas! É só lembrar do que aconteceu no mundo da música, depois da chegada e popularização do iPod. O próprio Steve Jobs chegou a dizer que, com o iPad, queria fazer com os livros, o que já foi feito com a música nos iPods. E você, o que acha que está vindo por aí nessa história?

 

Finalizando o post de hoje, os Ebooks, aqui no Brasil, podem ser encontrados nas lojas online da Saraiva, da Livraria Cultura e da Gato Sabido, que foi a primeira livraria virtual de livros digitais a surgir no país, além de portais como o Domínio Público, que disponibiliza diversas obras brasileiras.

 

Fontes: Mashable, Exame, TechTudo, Blue Bus, WAtoday.

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A nova publicidade interativa dos tablets

16/04/12 | POSTADO POR: DANIELA BUENO 0 COMENTÁRIOS

Na semana passada nós falamos sobre como os banners estão se reinventando a partir das novidades que surgem na internet, mas existem ainda as várias outras áreas que estão surgindo agora! Os maiores exemplos são os aparelhos móveis, que estão virando mania entre as pessoas do mundo inteiro. Aqui no blog mesmo, nós já falamos várias vezes sobre o crescimento ultra acelerado do número de usuários de smartphones ou tablets.

 

Quem acompanha a nossa página no Facebook deve ter reparado que, desde a última segunda-feira (9), nós estamos postando vídeos diários com anúncios que foram criados especialmente para tablets. O motivo das postagens não foi a toa! Os anúncios foram os vencedores do concurso “Ipad, You Not!”, realizado pela revista Proxxima, que elegeu as cinco peças mais criativas e interativas veiculadas em aplicativos de revistas ou jornais no iPad.

 

Para quem não lembra ou não acompanhou, aqui estão eles, na ordem das classificações no concurso:

 

A peça criada para a divulgação do Sundown Kids, veiculada na edição do dia 22 de janeiro da revista Veja, foi a primeira feita aqui no país! Além dela, várias outras também já estão aparecendo pelos aplicativos e, apesar de ainda não serem tão interativas como algumas gringas, já nos permitem sentir um pouquinho do que provavelmente será a publicidade daqui para frente. Fora os aplicativos como o da revista americana Wired, a primeira a ter sua versão para o iPad, por exemplo, que também nos possibilitam experimentar o que está por vir!

Os dois anúncios das fotos acima nós encontramos na revista Wired. O da Forevermark, além de ter um efeito que faz com que pareça que o diamante no anel está brilhando, ele também aproveita para divulgar não só a marca, mas também o aplicativo dela. Possibilitando inclusive que o usuário clique no link e faça o download do aplicativo ali mesmo! Já o da Toyota, permite que você interaja com ele com toques na tela. Outro exemplo muito legal que encontramos, foi esse do Itaú, no vídeo abaixo:

 

 

Essa possibilidade total de interação do usuário é, aliás, um dos maiores motivos do enorme sucesso dos tablets, que nessa área ganham até dos smartphones. Segundo estudos divulgados recentemente pela Rhythm NewMedia, os anúncios em tablets possuem uma taxa de engajamento de 21%, enquanto nos smartphones, a mesma taxa é de 9,4%.

 

Com tantas possibilidades, é claro que as gigantes Google e Apple não poderiam ficar de fora da novidade! O Google já vem investindo na sua plataforma para a criação de peças publicitárias para aparelhos móveis, a AdMob, desde 2009, quando firmou um acordo com a empresa. Ela e a iAd, da Apple, provavelmente serão grandes responsáveis na popularização da publicidade para os aparelhos.

 

Alguns publicitários e blogueiros já arriscam até dizer que os anúncios impressos estão com os dias contados! Bom, se eles realmente irão acabar é algo que não temos como prever, mas que a publicidade está procurando cada vez mais interação e aproximação entre as marcas (ou produtos) e os consumidores, já é um fato. Nós, da Webop, já estamos inclusive pensando nos anúncios interativos para tablets como uma das possíveis soluções para oferecermos aos nossos clientes!

 

Fontes: MobilePedia, MacMagazine, WebDiálogos, Revista Proxxima Edição Abril 2012, PubliAbril.

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A importância das opiniões dos amigos e familiares para os consumidores

26/03/12 | POSTADO POR: RICARDO CARNEIRO 0 COMENTÁRIOS

Na semana passada, nós falamos sobre como os celulares estão sendo cada vez mais utilizados para ajudar os seus usuários na hora das compras, tanto através de aplicativos que comparam os preços, como através de buscas de informações sobre os produtos. Hoje, apesar do assunto continuar no comportamento dos consumidores, sairemos do mobile, para falar sobre a opinião dos amigos e familiares, que pode ser considerada um dos principais fatores a contribuir para a compra de um produto ou contratação de um serviço.

 

Sendo através da internet, das redes sociais e de blogs, ou perguntando para os amigos ou familiares, 51,4% dos brasileiros procuram por outras opiniões antes de finalizar uma compra ou assinar um contrato. Em relação aos adultos e idosos, os números ficam entre 43,8% e 44,1%, já quando se trata dos jovens, isso aumenta para 62,1%. Esses foram alguns dos dados revelados através da pesquisa do Data Popular, realizada recentemente.

 

Ainda com base em estudos, a internet apareceu como o meio de comunicação mais utilizado para obter informações, principalmente pelo público jovem. Segundo a boo-box e a Hello Research, 53% dos jovens (de diferentes classes sociais) utilizam os blogs ou sites de notícia como os principais veículos, enquanto 48% optaram pelos telejornais.

 

Nas redes sociais, o Twitter apareceu como a mais influenciável nas classes mais altas, sendo a grande maioria dos usuários, da classe A. Além disso, em um outro estudo, esse realizado pela agência ClearSaleing, os dados revelaram que os consumidores que chegam pelas redes sociais, no geral, tendem a gastar mais. Uma média de 280 dólares por compra, para quem vêm pelas mídias sociais, enquanto para os que chegam através de buscas orgânicas a média é de US$ 135,37.

 

Por causa dessa grande influência que a opinião dos amigos e os familiares têm para quem busca por serviços, produtos, marcas, lojas e empresas, as redes sociais acabam ganhando um importante papel também na hora das compras. 65% dos entrevistados na pesquisa da boo-box com a Hello Research, disseram que interagem com suas marcas favoritas na internet. Além dessas interações, os recursos como os que mostram quantos e quais dos seus amigos também curtiram ou seguem aquela página, ou então curtiram os anúncios que divulgam algum produto, também só ajudam na hora dos consumidores confiarem em uma empresa.

 

Para finalizar o texto, deixamos aqui a opinião do gerente de produtos da LikeStore, Ricardo Grandinetti, que disse que “a influência que um conhecido tem na hora da decisão de compra é superior à da televisão ou dos anúncios de publicidade. Desta maneira, se uma pessoa entra em um e-commerce a partir do comentário de um amigo, a possibilidade da venda ser convertida é maior”.

 

Fontes: UOL, Circuito Mato Grosso, Blog do PagSeguro, ClearSaleing.

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Dicas imperdíveis para otimizar as vendas do seu negócio!

27/02/12 | POSTADO POR: RICARDO CARNEIRO 0 COMENTÁRIOS

A revista Proxxima publicou em sua ultima edição, de fevereiro, uma matéria muito legal com ótimas estratégias para vender mais e gastar menos. Elas se baseiam em estudos em e-commerce, realizados pela Aunica, e focam principalmente em vender para quem já é cliente.

 

Segundo esses estudos, é gasto em média 22,3 vezes mais em marketing para conseguir novos clientes, do que para manter os que você já conquistou. A reportagem sugere que os e-commerces mudem essa estratégia e passem a investir mais em quem já é cliente! Os motivos são bem simples: Quem já comprou um produto uma vez, já conhece o seu serviço, a qualidade do seu atendimento e do seu produto, por isso é bem mais fácil que você consiga convence-lo a comprar novamente. Outro ponto é que, por já conhecer e confiar no seu site, geralmente quem já fez uma compra, tem maiores chances de realizar uma nova muito maior do que alguém que ainda não tem essa confiança.

 

Essas seriam as 11 estratégias listadas pela revista:

 

1. A taxa de conversão de compras de clientes de e-commerce que já entram logados (sem a necessidade de digitar o seu login e senha) no site, por cookie, é +37% maior do que os clientes que tiveram de logar novamente para efetuar uma nova compra.

2. Em geral, as campanhas multicanais de varejo online, que usaram segmentação estatística, utilizam 2 x + investimento do que campanhas tradicionais, mas em média trazem +3,5 x mais vendas.

3. Os clientes com ofertas customizadas, em média, têm um valor de ticket +2,5 x do que os clientes que não receberam oferta de acordo com o seu perfil.

 

4. Na introdução do processo de otimização do número de impactos de mídia por consumidor, é possível alcançar em média 95% das conversões com um meio das impressões.

 

5. No mundo digital, existem sites de grande audiência que influenciam mais do que vendem e geralmente o investimento nestes sites é maior que o necessário. Se identificarmos e acharmos o ponto ótimo de investimento nesses sites, é possível economizar em média 50% (metade) do volume investido com os mesmos resultados.

 

6. As campanhas de varejo online, que investiram em links patrocinados, praticamente dobraram o volume de vendas.

 

7. As campanhas de e-commerce que unem mídia display com links patrocinados aumentam em +122% a conversão em vendas.

 

8. A menor taxa de rejeição ao site, em média 34% é de quem busca o site diretamente. A maior em média, ainda é de quem vem de redes sociais, 50%.

 

9. Com até dez impactos qualificados por consumidor, baseado no seu comportamento, é muito provável que já tenham ocorrido 70% das conversões e gasto aproximadamente 34% do investimento.

 

10. No varejo online, aproximadamente 60% das vendas ocorrem em até dez dias do início da campanha.

11. Uma régua de relacionamento em e-commerce com e-mail marketing, respeitando a frequência de acordo com o perfil do cliente, incrementa o ticket em média em +16% ao ano.

O texto ainda cita algumas alternativas modernas e mais baratas que podem ajudar a solucionar o problema de gastos excessivos, como induzir os clientes a utilizarem canais de atendimento mais baratos, como o SAC na internet.

 

Pesquisando um pouco mais sobre o assunto, encontrei também algumas dicas interessantes que Julio Zaguini, diretor de negócios para o Varejo do Google Brasil, deu em uma palestra que ocorreu em Porto Alegre. Julio comentou que “os sites de busca ajudam a encontrar o que queremos, mas só clicamos no que achamos relevante. Compras funcionam igual”. E também disse que o investimento em sites de relacionamentos (como os bastante usados Facebook e o Twitter) são fundamentais para uma boa estratégia de venda na internet.

 

A Webop oferece diversas das soluções citadas acima, como campanha de links patrocinados, seeding em mídias sociais e muitas outras! Para conhecer mais sobre nossos produtos e solicitar uma solução personalizada para o seu negócio, visite o nosso hotsite.

 

Fontes: Proxxima, Publicidade na Web.

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Reservas de restaurantes online

06/02/12 | POSTADO POR: RICARDO CARNEIRO 2 COMENTÁRIOS

Mais uma mania que veio de fora, para facilitar o nosso dia-a-dia através da Internet, e que também já está chamando a atenção aqui no Brasil, é a de reservas de restaurantes online! Antes, alguns restaurantes já possibilitavam a solicitação de uma reserva através de seus sites, mas agora, com a chegada dessa ideia inspirada na que já existe lá nos EUA, isso pode ser feito de uma forma um pouco diferente e bem mais prática.

 

Você não precisa mais aguardar a resposta do restaurante informando se tem ou não disponibilidade para aquele dia e aquela hora, ou para a confirmação de sua reserva. Através de sites como o Zuppa, o Restorando e muitos outros, você pode verificar em tempo real a disponibilidade do restaurante que deseja, bem como receber a confirmação imediata.

 

O funcionamento da ferramenta é bem simples! Para os restaurantes, funciona como um calendário, onde eles conseguem controlar e visualizar todas as reservas. Além de, claro, também ser uma ótima maneira divulgação! Já para os clientes, funciona de maneira ainda mais prática! Tudo o que você precisa fazer é se cadastrar (em todos que verifiquei, o cadastro e as reservas são totalmente gratuitos), procurar pelo restaurante, especialidade, região ou preço que deseja e fazer a sua reserva. A maioria dos sites ainda possuem um sistema de pontos, em que conforme você vai fazendo reservas, vai acumulando mais pontos e depois pode trocar isso por um cupom de desconto. Bem interessante, não?

 

Para quem quer ser ainda mais prático, o Zuppa também possui um aplicativo mobile, por onde você consegue visualizar os restaurantes disponíveis mais perto da sua localização e fazer a sua reserva. E, assim como no site, pelo aplicativo você também pode selecionar filtros de especialidade, de preço, de mais reservados e até de promoções ou de “novidades”.

 

Aos interessados, aqui estão os sites brasileiros que encontrei: Zuppa, Restorando, SmartTable (apenas para a cidade de São Paulo) e ComerNaWeb.

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O Mercado Imobiliário na Internet!

30/01/12 | POSTADO POR: RICARDO CARNEIRO 0 COMENTÁRIOS

Um dos setores que mais crescem no Brasil é o mercado imobiliário, principalmente por causa da demanda por imóveis, que ainda é bem alta! Os especialistas apontam que o valor de aplicações em 2012 pode aumentar em até 20%, comparado ao ano passado. E é claro que, na “era da tecnologia”, o setor também têm conquistado um espaço cada vez maior na internet!

 

Aqui na agência, por exemplo, já apareceram várias construtoras interessadas não só em links patrocinados, mas também nas mídias sociais. Foi por causa disso que, nessa semana, nós resolvemos apresentar alguns dos cases imobiliários bem criativos que vêm aparecendo pela web.

 

Começando por uma apresentação criada pelo Observatório de Publicidade em Tecnologias Digitais, que mostra alguns cases de grandes empresas como a Tecnisa, a Coldwell Banker, a Tenda, a Meilleurs Agents e a Grafisa.

 

 

A Brookfield Incorporações também é outra grande empresa já realizou incríveis ações e até conquistou vários prêmios, como o Prêmio Master Imobiliário! Em um de seus projetos, eles convidaram o público a debater, dentro das redes sociais, como seria o Distrito Federal em 50 anos. O resultado foi mais de 14 mil visitas no site, em apenas mês! Além de diversos depoimentos, vídeos e comentários que foram gerados no Facebook, no Twitter, no Orkut e até no YouTube. Assista o vídeo abaixo que conta como isso aconteceu:

 

 

Além desse case, a Brookfield possui vários outros que também promoveram grandes debates ou concursos culturais. Você pode conferir alguns deles no vídeo abaixo, feito pela agência que criou as campanhas, a Webroom.

 

 

Mais uma ótima ideia foi a da PDG, que investiu nos atendimentos online e hoje possui um dos maiores call centers de atendimento exclusivo para a internet, com mais de 500 corretores. O portal gera mais de 300 mil visitas por mês, mostrando, mais uma vez, o quão importante a internet se tornou.

 

Confiram também os nossos cases imobiliários: Liv.On (clique aqui para conhecer a página do Facebook), Dimension Vila Olímpia, Vie Vila Mariana, Sky House, Onix Ibirapuera, Insight Park Perdizes, Oasis Cursino e Atelier Ipiranga.

 

Fontes: Blog da Webroom, PINI Web, Blog Danuta Ferreira.

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